A praga dos padres cantores (ou como manter a juventude presa em ideias medievais)

O Catolicismo quer se manter no poder, acreditando estar fazendo a vontade de Deus, que na verdade não está nem aí para as religiões. Para quem tem discernimento e é bem informado, sabe muito bem que as religiões foram criadas pelos homens para satisfazer interesses particulares dos líderes, com a desculpa de que se tratam de "intermediários" para "conversar" com Deus. Ilusão.

Para se manter no poder e impedir o êxodo de fiéis para outras religiões, principalmente s pentecostais - meras fabricantes de promessas - os católicos tiveram a "excelente" ideia de criar os padres cantores, num festival de cantoria irritante que só serve para reforçar as ideias medievais defendidas até hoje pelos súditos do Papa Bento.

A juventude católica adorou. Até porque para ela, o discernimento e o bom senso não interessam. Louvar o inexistente que elas acreditam existir é o que as faz sentir realizadas. Mesmo que falsamente realizadas.

Músicas tolas que louvam absurdos e seres fictícios, mas muito levados a sério pelos fanáticos que creem serem salvos só porque resolveram ouvir e até cantar junto essas canções que nunca chegam aos ouvidos de Deus, muito mais preocupados com a séria missão de administrar o universo do que ouvir palavras tolas sobre absurdos que nem mesmo Deus acredita. Músicas feitas apenas para encher os cofres dos próprios padres cantores e do muito bem abastado Vaticano.

E assim, se mantém tudo do jeito que está, aprisionando a população nesse retrógrado repertório de crenças fictícias que atuam sobre os corpos feito um narcótico, difundindo ideias de séculos atrás, que cientistas não cansam de provar que estão erradas.

Encontraram uma maneira de perpetuar absurdos e impedir a evolução intelectual da humanidade. Os burros  e os crédulos agradecem.

Enquanto houver tolos, as religiões continuarão existindo.

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