A alta taxa de natalidade entre religiosos ameaça secularização

Um estudo feito pela revista especializada Evolutionary Psychological Science, diz que o uso de anti-concepcionais por não-religiosos ao mesmo tempo em que religiosos aumentam a sua taxa de natalidade pode perpetuar a influência da fé religiosa na vida cotidiana.

Alega o estudo que o uso de anti-concepcionais por não-religiosos vai diminuir drasticamente a quantidade de pessoas céticas no mundo, enfraquecendo a luta pela secularização, que é a perda da influência da fé religiosa em assuntos não-religiosos do cotidiano.

É sabido que religiosos têm mais filhos, pois as crenças, sobretudo as cristãs, estimulam a reprodução de descendentes com a finalidade não-declarada para perpetuar a sua influência. Sabe-se também que a influência religiosa é o principal motivo para casais decidirem ter filhos, pois muitos não sabem educar com qualidade, confundindo proselitismo de convicções pessoais com educação.

Isso comprova que pais religiosos não possuem competência nem vocação para a maternidade/paternidade, gerando filhos apenas para agradar a "Deus" e a lideranças religiosas, além de favorecer a inclusão social (se meus amigos têm filhos eu também tenho que ter).

São raríssimos os casos de pais religiosos que respeitam a liberdade de crença dos filhos. Quase todos (católicos, evangélicos e "espíritas") sonham em ver seus filhos com as mesmas crenças por acreditar que as mesmas estão em acordo com a realidade, o que é uma falácia. Religiões são construídas com base em lendas absurdas que são base para uma série de preconceitos.

Portanto o nascimento de crianças em lares religiosos e a interrupção em lares seculares pode fazer com que os preconceitos resultantes das religiões sejam preservados, impedindo o avanço da humanidade, que parece não conseguir sair intelectualmente da Idade Média.

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