Jesus Cristo não era Cristão

Esta frase soa incômoda nos ouvidos de quem vê Jesus como uma divindade ou um líder religioso. Mas se lembrarmos da verdadeira missão educacional de Jesus e de sua humildade, somos obrigados a reconhecer esta frase como correta: Jesus não era Cristão e não queria fundar qualquer tipo de seita ou filosofia. Se soubermos definir o que significa Cristianismo, vamos perceber isso. 

Na verdade, Jesus não queria criar ideologia nenhuma. Ele queria mesmo é fazer ativismo social. Nem religião ele queria criar, embora soubesse que vivia numa época altamente religiosa, tendo que utilizar a crença alheia como forma de comunicação para que suas ideias fossem ouvidas. Falava de acordo com a sua época, numa linguagem que seus próximos puderam entender. Mas foi mal compreendido e suas ideias foram roubadas pelos imperadores interessados em transformá-lo em um mito e utilizá-lo como instrumento de dominação humana.

O que conhecemos hoje como Cristianismo (não confundam com o Cristianismo primitivo, verdadeiro e fundado pelos que admiravam e concordavam com Jesus) foi criado pelo imperador Constantino, em meados do século IV e que foi a base do Catolicismo moderno. Os católicos adoram acreditar que Jesus fundou o Catolicismo e nomeou o primeiro Papa, mas isso é puro mito. Jesus teria que ser bem arrogante e mal-intencionado para fundar uma seita tão proselitista.

Jesus era na verdade um ativista e morreu pro motivos políticos. Esclarecia a sociedade sobre os erros cotidianos da época e fazia criticas duras a lideranças que ele chamava de hipócritas. Não era uma divindade e sim um homem igual a nós, só que mais esclarecido.

Quando morreu, não ressuscitou, o que seria logicamente impossível, mas apareceu sob forma semi-material para alguns de seus conhecidos. Suas ideias transformadoras ainda são bastante incompreendidas nos dias de hoje, e seus deturpadores não cansam de inventar lendas a respeito dele.

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